quarta-feira, 2 de abril de 2014

Dançando





Dançando




SWAY


Cuando los ritmos marimba comienzan a sonar

Baila conmigo, me balanceo 

Como un océano perezoso abraza a la costa

sostenme cerca , influye más en mí

Como una flor que se dobla con la brisa 
Doble conmigo, influir con facilidad 
Cuando bailamos usted tiene un camino conmigo 
Quédate conmigo, conmigo dominio 

Otros bailarines pueden estar en la pista
Querida, pero mis ojos la verán sólo a usted 
Sólo tú tienes la técnica mágica 
Cuando nos balanceamos voy débil

Puedo oír los sonidos de los violines 
Mucho antes de que comiencen 
Hágame conmoverme como sólo usted sabe cómo 
Influya en mí suave, me balanceo ahora 

Otros bailarines pueden estar en la pista
Querida, pero mis ojos la verán sólo a usted 
Sólo tú tienes la técnica mágica 
Cuando nos balanceamos voy débil

Puedo oír los sonidos de los violines 
Mucho antes de que comiencen 
Hágame conmoverme como sólo usted sabe cómo 
Influya en mí suave, me balanceo ahora 
Ya sabes cómo 
Influya en mí suave, me balanceo ahora

In english

When marimba rhythms start to play 
Dance with me, make me sway 
Like a lazy ocean hugs the shore 
Hold me close, sway me more 

Like a flower bending in the breeze 
Bend with me, sway with ease 
When we dance you have a way with me 
Stay with me, sway with me 

Other dancers may be on the floor 
Dear, but my eyes will see only you 
Only you have the magic technique 
When we sway I go weak 

I can hear the sounds of violins 
Long before it begins 
Make me thrill as only you know how 
Sway me smooth, sway me now 

Other dancers may be on the floor 
Dear, but my eyes will see only you 
Only you have the magic technique 
When we sway I go weak 

I can hear the sounds of violins 
Long before it begins 
Make me thrill as only you know how 
Sway me smooth, sway me now 
You know how 
Sway me smooth, sway me now





So' porque hoje me apetecia!...


 Lola


Malmequer




Malmequer

Naquela noite de prémios de mérito recebi um malmequer das tuas mãos! 
Voltou o meu sorriso de infancia, a minha alegria do reconhecimento pelo gesto cumplice no meio de toda aquela gente ali presente tão distante de cada um de nos! Fiquei como uma estrelita brilhante que vive là longe olhando intermitentemente o infinito dos meus sonhos!
Naquela noite, na pétala de um malmequer, ficou gravado um olhar sentido, generoso, profundo e transparente: GOSTO DE TI!








O Mundo não se Fez para Pensarmos Nele


  O meu olhar é nítido como um girassol. 

Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda, 
E de, vez em quando olhando para trás... 
E o que vejo a cada momento 
É aquilo que nunca antes eu tinha visto, 
E eu sei dar por isso muito bem... 

Sei ter o pasmo essencial 
Que tem uma criança se, ao nascer, 
Reparasse que nascera deveras... 
Sinto-me nascido a cada momento 
Para a eterna novidade do Mundo... 

Creio no mundo como num malmequer, 
Porque o vejo. Mas não penso nele 
Porque pensar é não compreender ... 

O Mundo não se fez para pensarmos nele 
(Pensar é estar doente dos olhos) 
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... 

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... 

Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, 
Mas porque a amo, e amo-a por isso, 
Porque quem ama nunca sabe o que ama 
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ... 
Amar é a eterna inocência, 
E a única inocência não pensar... 

                                                                  


Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema II"









O malmequer que arrancaste

O malmequer que arrancaste
Deu-te nada no seu fim,
Mas o amor que me arrancaste,
Se deu nada, foi a mim.
s.d.

Quadras ao Gosto Popular. Fernando Pessoa. (Texto estabelecido e prefaciado por Georg Rudolf Lind e Jacinto do Prado Coelho.) Lisboa: Ática, 1965. (6ª ed., 1973). 
 - 45.




 Lola

A Porta


A Porta

Eu sou feita de madeira

Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.

Eu abro devagarinho

Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.

Só não abro pra essa gente

Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.


Eu sou muito inteligente!

Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!

Vinicius de Moraes




Lola

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Laço e o Abraço


O laço de Joana Vasconcelos

O Laço e o Abraço  


Meu Deus!!! Como é engraçado!...
Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço...

Uma fita dando voltas? Se enrosca...
Mas não se embola , vira, revira, circula e pronto: está dado o abraço.
É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço.
É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido, em
qualquer coisa onde o
faço.
E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando
devagarinho, desmancha,
desfaz o abraço.
Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.
E na fita que curioso, não faltou nem um pedaço.
Ah! Então é assim o amor, a amizade. Tudo que é sentimento? Como um
pedaço de fita?
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas
bandas do laço.
Por isso é que se diz: laço afetivo, laço de amizade.
E quando alguém briga, então se diz - romperam-se os laços.-
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum
pedaço.
Então o amor é isso...
Não prende, não escraviza, não aperta, não sufoca.
Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço.



Maria Beatriz Marinho dos Anjos







Adoro um laço empolgante... e espero sempre um prazeroso e envolvente abraço!


Lola

A.M.O.R.





Soneto de amor



Não me peças palavras, nem baladas, 

Nem expressões, nem alma... Abre-me o seio, 

Deixa cair as pálpebras pesadas, 

E entre os seios me apertes sem receio.

Na tua boca sob a minha, ao meio, 

Nossas línguas se busquem, desvairadas... 

E que os meus flancos nus vibrem no enleio 

Das tuas pernas ágeis e delgadas.

E em duas bocas uma língua..., — unidos, 

Nós trocaremos beijos e gemidos, 

Sentindo o nosso sangue misturar-se.

Depois... — abre os teus olhos, minha amada! 

Enterra-os bem nos meus; não digas nada... 

Deixa a Vida exprimir-se sem disfarce!



José Régio, 
in “Antologia Pessoal da Poesia Portuguesa, Eugénio de Andrade”





Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma ideia nossa.


Fernando Pessoa

Lola

O Mar e a espera

ROOTS PORTUGAL!!! Nazaré- Anos 60 ...



O Mar e a espera



Barco Negro – David Mourão-Ferreira

De manhã, que medo, que me achasses feia!

Acordei, tremendo, deitada n’areia

Mas logo os teus olhos disseram que não,
E o sol penetrou no meu coração.[Bis]

Vi depois, numa rocha, uma cruz,

E o teu Barco Negro dançava na luz

Vi teu braço acenando, entre as velas já soltas
Dizem as velhas da praia, que não voltas:

São loucas! São loucas!
Eu sei, meu amor,

Que nem chegaste a partir,

Pois tudo, em meu redor,
Me diz qu’estás sempre comigo.[Bis]

No vento que lança areia nos vidros;

Na água que canta, no fogo mortiço;

No calor do leito, nos bancos vazios;
Dentro do meu peito, estás sempre comigo.

Escrito em  1954 para uma música já existente do brasileiro Caco Velho. 



Como esta...

...existem esperas que 

se fazem de partidas sem regresso!






Interpretando...


- o poema inicia-se em retrospectiva, na praia, na manhã após a consumação do amor entre o casal.
- "vi depois numa rocha uma cruz..."- a cruz é um prenúncio de morte; o pescador não voltou mas a amante pensa vê-lo no reflexo chegante do sol no mar. E recusa-se a acreditar na evidência que apontam as viúvas da praia...
- "eu sei que nem chegaste a partir..."- a mulher sabe, agora, que o amante não voltará mas diz a si mesma que tudo está igual porque ele está com ela, como sempre esteve.
   - o vento, a areia, a água, o fogo... todos os elementos da natureza lhe lembram o amante      perdido porque ele vive dentro dela.






A quem interessar:

http://ceas.iscte.pt/etnografica/docs/vol_03/N2/Vol_iii_N2_293-308.pdf




Lola

Majestic


Majestic

No n° 112 da Rua de Santa Catarina, no Porto, hà um espaço de beleza e memoria que seduz pela sua interioridade de espelhos longos e brilhantes, por uma decoração envernizadamente cuidada e vaidosamente inimitavel e por pessoas que admiram o prazer de um qualquer mimo que nunca deixa adormecer a envolvência do melhor recanto da cidade que é minha!
Quando, por vezes, là entro perco-me a percorrer os pormenores e a observar pessoas que, curiosamente,  coincidiram, nesse dia,  na escolha, de um encontro comigo; quando apenas passo, rua acima, olho-o com respeito pela postura envidraçada e o ar empolgante, expressão de um monumento que, sem qualquer ousadia, apelido de SUBLIME!  

O esplendor da "Belle Époque"

Em 17 de Dezembro de 1921 pela autoria do Arquitecto João Queiroz, abriu um luxuoso café com o nome de Elite, situado na rua Santa Catarina, o local mais central da cidade. Mais do que um café, o Majestic conta a história do Porto. O Porto dos anos vinte, das tertúlias políticas e do debate de ideias. O Porto da "Bélle Époque", dos escritores e dos artistas. Situado na rua de Santa Catarina, avenida pedonal de comércio e passeio da sociedade de então e de agora, iluminava o passeio com a sua decoração Arte Nova.
Lá dentro, inalava-se o perfume dos bancos aveludados e das madeiras envernizadas, confundindo-se os cinco sentidos nos tectos de gesso decorado e abundante espelharia em cristal flamengo. Mármore e metal ligavam-se com requinte inigualável. Nas traseiras a natureza espreitava através do jardim de Inverno, que ligava a rua de Santa Catarina à rua de Passos Manuel.
Nesse dia já distante, o dia da inauguração ficou marcado na cidade. Foram muitos os que se dirigiram para esse ponto da cidade para conhecerem o novo edifício que se incrustava na paisagem arquitectónica portuense. Agradou a intelectuais e boémios mas também às senhoras da melhor sociedade que, em passeio, ali tomavam o chá ou um sorvete.
O café teve honras e distinções e recebeu uma visita distinta, o piloto aviador, e mais tarde almirante, Gago Coutinho (que consta sempre acompanhado de belíssimas mulheres), acabado de chegar de mais uma arriscada jornada à ilha da Madeira. Tão agradavelmente surpreendido ficou com o esplendor do novo estabelecimento que lá regressou várias vezes para poder contemplar a beleza de todos os pormenores que o compunham, uma das quais na companhia da famosa actriz Beatriz Costa.
Embora a abertura ao público fosse um sucesso, a denominação atribuída ao estabelecimento dava-lhe uma aura monárquica que não condizia com o ambiente republicano, burguês e chic dos portuenses contemporâneos.
glamour e a elite cultural parisiense eram referências para a cultura portuguesa da altura, tendo influído a escolha do novo nome – Majestic – impregnado de charme "Belle Époque".

Neste espaço, passaram a convergir vultos intelectuais da cidade. José Régio, Teixeira de Pascoaes, Leonardo Coimbra, entre outros, emprestaram à casa a literacia necessária para que sucedesse o aceso debate, entre figuras públicas e as que viriam a sê-lo, das questões políticas, sociais e filosóficas mais prementes.
Num lugar que é, por mérito próprio, arte, não poderiam faltar os que a constroem. Alunos e professores da Escola de Belas Artes do Porto, juntavam-se a artistas de nomeada, como Júlio Resende, para desbravar novos caminhos e motivações artísticas, propor rupturas, criticar formalismos, conceptualizar novas formas, ou simplesmente para ouvir o que se dizia então.
Em vários cafés do Porto sucedia o mesmo que no Majestic, uma intensa polarização social da cultura ao sabor do café ou do absinto escondido.
Nos anos 60 do século XX, coincidindo com um certo adormecimento forçado das manifestações culturais do País, o Café Majestic começa, ele próprio, a adormecer. É um declínio lento mas contínuo.
Este estado de degradação a que estava votado, cedo começa a ser percebido pelas forças vivas da cidade. Assim, em 24 de Janeiro de 1983, é decretado Imóvel de Interesse Público. Três anos depois, a nova gerência estuda a forma de devolver o café à cidade.
Entretanto, o tempo mostra a sua inexorabilidade, os anos de incúria transformaram o espaço num local sombrio. O Majestic e toda a história que as suas chávenas beberam, clamavam por reconhecimento.
Em 1992, 71 anos após a inauguração, é decidido devolver-lhe a vaidade justa de ser um dos mais belos cafés do Porto. A 15 de Julho de 1994 abre novamente as portas, foram precisos dois anos para lhe puxar o lustro. Quem lá entrar encontra agora exposições, eventos e mesmo um certo mediatismo - por vezes é palco televisivo.
O Café Majestic de traça ideada pelo arquitecto João Queiróz, inspirada na obra do seu mestre Marques da Silva, permanece ainda hoje como um dos mais belos e representativos exemplares de Arte Nova na cidade do Porto. O edifício, fundeado em 1916 no ângulo formado pelas ruas de Santa Catarina e Passos Manuel, previa, na memória descritiva da sua reconstrução, a existência de estabelecimentos virados para a rua pedonal.
A imponente fachada em mármore, dornada com aspectos vegetalistas de formas sinuosas, reflecte o bom estilo decorativista da altura. Um trio de elegantes portadas marca a frontaria, limitada por uma secção rectangular, rasgada em vidro. No topo um frontão coroa a composição com as iniciais do Majestic. Ladeiam-no duas representações de crianças que, divertidas, convidam o transeunte a entrar.
Dentro do estabelecimento, de planta rectangular, reina a linguagem Arte Nova. A simetria curvilínea das molduras em madeira e os pormenores decorativos cativam a observação. Grandes espelhos riscados pela idade, intercalados por candeeiros em metal trabalhado, delimitam as paredes num inteligente jogo óptico de amplitude, que lhe dá uma dimensão maior que a real.
Esculturas em estuque, representando rostos humanos, figuras desnudas e florões, confirmam o gosto ondulante e sensual, enquanto duas linhas de bancos em couro gravado, substituindo os originais em veludo vermelho, criam, em termos de perspectiva, uma sensação de profundidade e elegante aconchego.
O recorte sinuoso dos caixilhos da espelharia, a luminosidade dos candeeiros, os detalhes em mármore e os bustos sorridentes que se estendem das paredes ao tecto, conferem-lhe ambiência dourada e confortável, incitando ao repouso e à conversa amena. O Café Majestic emana uma atmosfera de luxo, requinte e bem-estar.
O pátio interior, construído em 1925, é um recanto de contornos delicados, com escada e balaustrada de pequenas dimensões, arquitectado como se de um jardim de Inverno se tratasse. Sob a direcção do mestre Pedro Mendes da Silva, este espaço simboliza uma nova era do Café Majestic. A construção do bar e da ligação ao café por meio de uma escadaria, permitiu abrir uma nova frente, a da rua Passos Manuel, "...onde será posto à venda vinho do Porto. Para isso, escolheu-se o estilo regional da nossa arquitectura, não só para a construção do bar, mas também para a vedação do muro".
A nova fachada foi subsequentemente idealizada e executada seguindo moldes diferentes dos adoptados para o interior. Se este é ao gosto internacional, o novo espaço, não o renegando apresenta um estilo mais rústico, manifestando o que mais tarde Raul Lino designou por casa portuguesa.
Nesse mesmo ano o Majestic cumpre singularmente a função plural de satisfazer todos os desejos da clientela. Volta a chamar o arquitecto João Queiróz, agora para abrir uma modesta mas graciosa janela no muro remodelado, virada para a rua Passos Manuel, onde passará a vender tabaco e rapé à população. Um ano depois, em 1926, o espaço é ampliado e cedido à exploração da firma Tinoco & Irmãos, construindo uma "pequena cabina (…) para servir de tabacaria".
Auspícios de novos tempos e hábitos surgem em 1927, através da ampliação do bar com vista ao "serviço e fornecimento de cerveja para o terraço ali já existente". O espaço, como o vemos, apresenta-se evolutivo. De uma formulação mais depurada e arquitectural à entrada, motivada pelas raízes Beaux Arts do arquitecto, ao aproximarmo-nos do jardim passamos por um decorativismo colmatador das estruturas arquitectónicas, terminando no portal jónico de ligação ao exterior, com grandes volutas transparentes e sensuais, tipicamente Art Nouveau, insinuando as esculturas femininas que vislumbramos no exterior. Esse, verdejante e luminoso, serve actualmente para a dinamização de concertos durante o Verão, pelo que se tornou no terceiro centro cultural do Majestic, a rivalizar com o piano de cauda no interior e com as inúmeras exposições de pintura a acontecer no piso inferior, outrora votado ao jogo de bilhar.
Sob a égide dos Barrias, em 1992, o café foi encerrado para a execução de um projecto de recuperação que ficou a cargo da arquitecta Teresa Mano Mendes Pacheco.
Em 1994, depois da substituição do pavimento interior e da reposição do mobiliário original, o Majestic foi reaberto. Fotografias encontradas por Fernando Barrias permitiram conservar a alma do local, transportando, com sensibilidade, um passado luminoso para o presente.
Os inúmeros prémios e o reconhecimento internacional - "Prémio Especial de Café Creme" (1999), "Medalha de Prata de Mérito Turístico" (2000), "Medalha de Prata de Mérito Municipal - Porto" (2006), "Certificado do Prémio Mercúrio - O melhor do Comércio na área das empresas na categoria Lojas com História" (2011) e "Medalha Municipal Mérito - Grau Ouro" (2011), classificado pelo site cityguides como o sexto café mais belo do mundo e o Certificado de Excelência da TripAdvisor - surgiram com naturalidade, devolvendo-lhe, finalmente, a justa notoriedade que, durante tantos anos, havia sido esquecida.

"Es un maravilloso lugar el Café Majestic, donde musas, pensadores y artistas se pueden reunir para vivir los mejores momentos que nos da la vida, de sencilla convivencia en la comunicación de la palabra y de los gestos, las miradas, las sonrisas y a veces las lágrimas."
Gloria Montenegro (Presidente da Academia de Cafeologia de Paris)

in http://www.cafemajestic.com/pt/Majestic-Cafe/Historia.aspx




Lola